quinta-feira, 10 de julho de 2008

...

Um dia ele estava lá, para fazê-la rir ou chorar, para brigar com ela e apoiá-la ao mesmo tempo... no outro, tinha partido... sem nem dizer adeus...
E é isso que a morte faz com a gente, arranca um pedaço sem pedir permissão, sem perguntar se vai fazer falta... às vezes ela arranca algo tão, mas tão importante que nós caímos e perdemos as esperanças e forças para viver...
Nessa hora, precisamos de força e dos amigos por perto...
Eu não tenho mais nada pra dizer, dedico esse texto à Pandy que tem meu eterno amor e apoio... para sempre, conte comigo, Pandy!

Lyh

2 comentários:

PCN disse...

É, a morte é um negócio estranho... Ela chega sem avisar, sem bater palmas...

Ela pode levar de nós algo insignificante, assim como pode levar a coisa mais importante do mundo, em um simples piscar de olhos...

Acredite, o pior não é a morte em si, morrer é simples. O pai de sua amiga vai estar bem, não tenha duvidas disso.

O problema é quem fica por aqui, quem olha para o lado e sente aquele vazio, sente a falta de um ombro amigo... Não existe palavras que melhore essa situação, é o pior tipo de dor que existe. É uma dor que remédio nenhum cura, apenas o tempo.

Meus pêsames, perder um primo e um cachorro já foi bastante difícil, imagine um pai...

a.fê disse...

A morte realmente é a maior prova da importancia que outros tem em nossas vidas, e quando descobrimos o real sentido da palavra saudade.

Meus pêsames.